quinta-feira, 9 de maio de 2013

Being Gay

Então não é que ontem, em plena queima e queimado com 2 litros do mais variado álcool, se viram para mim e me dizem, com distinta sinceridade (que agradeço), que eu sou uma das razões da existência da homofobia? Que por minha causa as pessoas odeiam os gays?

Fiquei deveras impressionado. Quer dizer, uma das coisas contra as quais eu sempre lutei para não existir acaba por ser aquela de que me acusam. Será por, em contexto de amigos, eu me comportar de maneira descontraída e usar linguagem que, com a única razão de divertir os meus amigos, aponte para a bichice? Será porque me vesti de Super Ratona no Carnaval, novamente com o intuito de divertir os meus amigos? Ou será porque o meu segundo nome é Diva e eles não conseguem aguentar isso?

Não faço ideia das razões. Mas é óbvio que as pessoas que me apontam o dedo como razão da homofobia não me conhecem. Nem sequer sabem o quanto eu mudei dezenas (e não exagero quando digo isto) de mentalidades.
Não sabem como foi difícil assumir-me perante um novo mundo e centenas de pessoas diferentes que nunca em toda a vida tinha visto. Não sabem como consegui com que pessoas que odiavam homossexuais mudassem esse seu preconceito ao conhecer-me. Não sabem que existem pessoas que dizem "Eu não gosto de gays, mas o João Guimarães é impecável".

Meus caros homofóbicos, vocês são assim, não por minha causa, mas porque ainda não evoluíram. Não despejem em mim a responsabilidade da vossa estagnação temporal. Pensem o que quiserem de mim, digam o que quiserem de mim. Não me culpem da vossa falta de visão.

Tenho dito.

domingo, 21 de abril de 2013

E quando alguém morre?

Eu e a Lili (e muitas outras pessoas, é certo, mas a Lili é que me falou disto há pouco tempo) temos um problema sério. Não, não estou a falar da nossa obsessão pela moda nem da nossa aflição em comer imenso e bem e não aumentar dois números de roupa por refeição. Não. Estou a falar de um outro problema que, repito, também vocês já devem ter passado: o que dizer numa particular situação emocional.

Quando o nosso amigo faz anos, sabemos o que dizer. E nem que não saibamos expressar filosoficamente as nossas felicidades ("espero que cresças a par de ti mesmo" ou "mais um passo em direção aos 30"), um simples "Parabéns!" fica sempre bem, põe um sorriso na cara do aniversariante e "mais um que se lembrou" no seu pensamento.

E quando alguém morre? O que se deve dizer? O que está certo e o que temos de evitar?

Eu nunca sei o que dizer nestas situações. Felizmente, são raras as vezes em que isto acontece. Mas nunca tenho as palavras na ponta da língua que me ajudem a verbalizar o que sinto, o que quero que a outra pessoa saiba.
Quase sempre fico-me pelo "Força"... Nunca digo a mais comum ("os meus pêsames"? "os meus pêsamos"?) porque acho que tem uma carga negativa muito forte e não passa aquilo que quero. "Os meus sentimentos", talvez, mas os meus sentimentos não são de certeza os da outra pessoa. Se calhar é mesmo isso que esta expressão significa.

Não sei se isto acontece convosco ou sequer se pensam nisto. Mas acho que vou pedir à Bobone que escreva um livro sobre "Etiqueta e o que dizer na Morte" porque, sinceramente, fico perdido quando ela bate à porta.

Boa semana!

domingo, 14 de abril de 2013

Dos Fakes

Queridos leitores,

Espero encontrar-vos bem. Eu cá vou, sempre um passo de cada vez, com calma, para não cair.
Por falar em cair, muita coisa anda a cair em desgraça.

Então não é que agora deu na cabeça das pessoas fazerem passar-se por outras? Sim, miguitos! Criam outras entidades, qual Batman, para se protegerem (principalmente aos dentes e ao nariz porque, com a quantidade de merda que fazem, o mais certo seria ficarem sem eles se fossem descobertos) e, em vez de lutarem contra o crime e serem bons cidadãos, qual Batman (de novo, eu sei), difamam bons-corações, criam fogos onde nem fumo havia e, pior, instauram a confusão no seio daqueles que nada fizeram.

E criam essas entidades sem vida (própria - gosto de pensar nos fakes como a Lua, não tem luz própria, precisa do Sol para se iluminar) para as mais diversas (e iluminadas, pensam eles) situações: para a tão velha conversa do engate, para a não tão nova procura de informações que à partida estariam vedadas, para destruir grupos (de amigos, de praxe, políticos, ideológicos e afins)... Para criar o caos!

Bem, pelo menos tentam. Ainda acredito que há inteligência suficiente para não nos deixarmos influenciar pelas palavras duma pessoa que só existe porque um cobarde a criou. Temos de relativizar o que nos é dado a ler/conhecer, conversar com as pessoas que seriam afetadas pelo que o fake disse/fez/insinuou, tentar chegar à verdade. Que, como já vos disse, vence sempre (reler http://ofogodebennu.blogspot.pt/2012/12/joao-e-o-sr-dizquedisse.html )!

Um abraço!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

O dia da gravata

Não, não acabei de inventar mais um dia em que é suposto comemorar-se as gravatas. Para isso já chegam os dias dos Irmãos, das Árvores e das Pessoas com Diabetes. Lamento.

Escrevo porque achei curiosa a reação das pessoas à minha indumentária de hoje, nomeadamente, à gravata que trazia (ao pescoço, claro está).

Decidi, quando estava a acabar de me vestir, que o apontamento que faltava (para mais um visual extraordinário, como já habituei o Norte) era a gravata vermelha que estava guardada na sua gaveta, ao lado de tantas outras, faz anos. Dei o nó que aprendera aos dez anos a fazer e saí, com a certeza de que iria ser alvo de comentários (just love it *.*).

E nem precisei de sair de casa para os começar a ouvir. A mãe atacou-me logo com um "Vais ter alguma apresentação hoje?" e o pai perguntou se ia ao Tribunal.
No comboio, uma amiga quis saber se estava a estagiar.
Na faculdade, desde "já está na altura da Oral Interdisciplinar?" a "fica-te mesmo bem!", passando por "onde é que vais assim?", os comentários não pararam!

É mesmo giro ver que uma simples nota no teu visual diário faz logo a diferença. Espero que tenham gostado. Eu gostei e, acima de tudo, senti-me bem.

Pelo sim, pelo não, amanhã repito!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Falas

"- Olá!
- Olá...!
- Então, como estás, rapaz?
- Normal... e tu?
- Bem!
- ...
- ...
- ...
- Então, que tens feito?
- Nada de especial. Tento arranjar vontade para estudar, apetite para comer, força para continuar... E tu?
- Ai, ai, tu e os teus dramas!!!
- É, sou assim...
- Não devias! Não há motivos para isso!
- Não?
- Não! Se as coisas acabaram entre nós é porque não funcionavam e tu tens é de continuar com a vida que tinhas antes de eu aparecer. E acabar com os dramas!
- Não é fácil...
- Make it that way!
- Diz-me, quantas vezes te lembraste de mim nestes dias? Enquanto estavas nas aulas, nas viagens para casa e para a faculdade, nas noites de festa, na cama... quantas vezes te lembraste de mim?
- Mais do que tu julgas...
- É que eu não consigo não me lembrar de ti. Vejo-te em todos minutos do meu dia, em tudo o que faço, em tudo o que vejo. Cada música que ouço, faz lembrar-me de ti. Cada filme, cada série, cada página de livro...
- Olha os dramas...
- Eu sou assim! É assim que tu me amas!
- Eu não amo essa tua faceta! Nunca a conheci. Tens muito mais para dar. És um rapaz incrível, um excelente amigo, tens dois milhões de valores bons! Não te deixes apagar por esse teu lado que só te magoa.
- Então nunca me amaste.
- Claro que amei. Amo!
- Não, não amas. Porque se me amas, amas-me assim, com falhas e imperfeições, com dramas e lágrimas, com sonhos e derrotas. Amas um, não parte de um.
- Não penso assim...
- Mas é assim que eu quero."

sábado, 16 de março de 2013

Questões sobre Desistir

Desistir é sempre mais fácil.

Para quê fazer frente aos problemas se podemos, pura e simplesmente, acabar com o que lhes dá origem? Para quê discussões, lágrimas, palavras feias se, com um simples "Desisto" ou "Acabou", podemos sair dessa maçada? Qual é a vantagem de tentar resolver uma situação delicada e podemos fugir dela?

Infelizmente, muito bom coração pensa assim. Não os condeno. Na nossa vida já temos tantos imbróglios que é mais vantajoso desistir de alguns deles, "os mais fáceis" de abdicar.

(In)felizmente, eu não penso assim. Pelo menos nas questões que realmente fazem sentido, que têm um significado mais relevante, faço sempre por ver todas as variantes de resolução do problema e tento adotar a mais correta, tendo em conta as várias partes envolvidas, claro.

Não sou de desistir e, por isso, pergunto-me: não há situações que, por mais problemas que existam, por mais discussões, por mais vontade de desistir que haja, valem sempre a pena? Não há coisas pelas quais valha a pena lutar?

Penso que sim. Sei que sim. Por exemplo, não faz sentido duas pessoas que se amam deixarem, por vontade de uma, de estar juntas por duas ou três incompatibilidades facilmente resolvidas com duas horas de conversa. Não faz sentido acabar com tudo de bom que há por um ou outro problema.

É preciso saber relativizar as coisas, ver o que é mais importante, o que vale e o que não vale a pena. Continuando na esfera do amor, desistir duma relação por dois ou três problemas que existam é abdicar do que foi e do que poderia ser. É abdicar, em si, da pessoa com quem estamos. Vale a pena desistir assim de pessoas? Não há quem mereça luta, esforço, batalha? O amor não é fácil, nunca foi. Mas, se existe, há que agarrá-lo com toda a força que houver. Nunca saberemos quando essa alegria nos baterá à porta de novo...

Desistir é sempre mais fácil. Mas só para um lado.


(Olá de novo!)

domingo, 9 de dezembro de 2012

João e o Sr. Dizquedisse

Era uma vez, num país encantado chamado Portugal, um menino chamado João. Era um rapaz aventureiro, divertido, sempre pronto para ajudar e era um bom amigo. Gostava muito de conversar com os amiguinhos sobre todos os assuntos: aulas, Casa dos Segredos, moda, música e cinema. Só não percebia de futebóis!
Mas, um dia, quando tudo parecia estar bem - o céu azul, o sol de Inverno a aquecer os corações, os risos dos colegas e a alegria do quase-fim-das-aulas - uma estranha criatura apareceu! Sob a forma de cochicho e envolta em quase-verdades - perigosas e venenosas - atacou a conversa que João estava a ter com a sua amiga. Dava-se pelo nome -a criatura, não a amiga - de Sr. Dizquedisse.
João já ouvira falar daquele ser medonho. Mas nunca sentira o seu poder como naquele dia. O Sr. Dizquedisse lançou um poderoso feitiço que fez com que os colegas de João o atacassem com acusações sem pés, nem cabeça, nem tronco, nem membros. E estes, sem ao feitiço puderem renunciar, acusaram João de dizer coisas que a ele não lhe diziam respeito.
João sentiu-se magoado. De repente, o céu ficara cinza-depressão e a chuva substituira o sol, como se do choro do céu, copioso e infeliz, se tratasse. Mas logo na hora resolveu fazer frente ao Sr. Dizquedisse para acabar com aquela intriga!
Sim, porque o Sr. Dizquedisse era um feiticeiro que atacara o Mundo todo! E não havia quem o destruisse. Afinal, o Sr. Dizquedisse era o filho da Dona Cusquice, uma poderosa bruxa. E juntos, de quando em vez, atacavam as mentes das pessoas e os problemas surgiam.
Por isso, João muniu-se da sua mais poderosa arma, a Verdade, e, com a ajuda da sua Fada-madrinha, atacou a maldosa criatura.
O Sr. Dizquedisse não resistiu. Ninguém resiste à Verdade. Os raios sinceros dela atingiram o Sr. Dizquedisse no seu veneno e este extinguiu-se no ar como uma nuvem, não sem antes prometer voltar. Os colegas de João ficaram livres da malição e reconheceram ao João que tinham errado.
No final do dia, o sol beijou-os a todos na face e presenteou-os com uma semana de alegria e calor invernoso!

Vitória, vitória, acabou-se a história!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Morte nos Carris

Não se deixem levar pelo título romântico-policial do texto de hoje! O tema não tem nada de fictício nem sequer é aberto a piadas. Bem, pelo menos não a parte séria. O resto... bem, já sabem como eu sou!

O comboio que parte às 9 horas da Estação (linda e maravilhosa) da Granja, ao chegar à Estação de Francelos (entre Miramar e Valadares), atropelou mortalmente um homem. Consequentemente, essa circulação parou, assim como as seguintes. Ou seja, eu, que me encontrava no comboio imediatamente seguinte ao comboio-atropelador, fiquei preso cerca de meia hora na Estação devido ao acidente.
O impressionante disto tudo (e quero desde já salientar que tudo aquilo que vou escrever é VERÍDICO e que não é nenhuma forma jocosa da minha parte) foram as reações das pessoas.

Primeiro, uma passageira do comboio onde me encontrava, curiosamente, sentada à minha frente, mal o comboio parou e nos apercebemos que algo de muito errado acontecera, saltou do banco, correu para a porta, olhou para fora e gritou para dentro da carruagem "EU VI TUDO!!!". Claro que não tinha visto nada. Tinha estado, até então, a olhar para mim e a falar ao telemóvel. Mas foi a única que andou sempre a correr de um lado para o outro a trazer novidades, declarando sempre que tudo tinha visto, apesar de já ninguém acreditar nela.

Segundo, depois de eu ter saído da carruagem, 5 carros pararam à minha frente para me perguntar o que se passara. Perguntar não custa e não tem mal nenhum. Interromper o trânsito é que não! Aliás, chegaram a importunar a chegada de uma das ambulâncias só por causa da cusquice (não é que a ambulância fosse adiantar de alguma coisa, mas...).

Terceiro, e acho que foram as reações mais estúpidas mas, admito, as que me deram mais vontade de rir, um homem exclamou aos passageiros "Foda-sa, podia ter-se morto ontem à noite! Agora vai atrasar a vida de todos!". E uma senhora afirmou "Já ninguém respeita os sinais de trânsito!", ao que eu respondi que a pessoa (ainda não se sabia o sexo da vítima) podia ter mesmo querido ser atropelada. E ela, "Acha? Que horror!".

Não sei, sinceramente, como é que os profissionais que foram chamados ao local (polícia, bombeiros,...) conseguiram aturar as interrupções constantes dos passageiros e das pessoas que passavam na zona. Algumas chegavam a ser martirizantes!

A curiosidade altera-nos por completo! Felizmente, liguei ao meu pai que teve a possibilidade de me levar à faculdade. Senão, lá tinha eu ficado mais uns tempos a aturar cusquices e a ouvir disparates.

domingo, 28 de outubro de 2012

Voltei (e Problemas de Comunicação)

Ya, quase dois meses depois sem dar notícias (pelo menos não por aqui) decidi regressar e tentar voltar a dar uso ao meu querido Bennu que há muito que não arde.

Porém, e para começar, tenho más noticias: o Moisés desapareceu! Na sexta, depois das quatro, nunca mais o vimos, nem em casa, nem nas redondezas. Estamos todos aflitos (inclusivé a Rafa que o odiava como tudo) e eu só quero que ele volte são e salvo. Até lá, vou continuar a fazer os possíveis para o encontrar.

O tópico que me fez voltar aqui foi, de facto, os Problemas de Comunicação. Não, não estou a falar do chat do Facebook, nem do MSN (ainda há quem o use?), nem Twitter, nada disso! Estou a falar de conversas cara-a-cara em que, supostamente, os seus intervenientes se entenderiam mutuamente. Supostamente porque, a ter em conta algumas (felizmente!) conversas que tenho tido, o pessoal já não se sabe expressar! Dizem A quando querem dizer B, pensam C e fazem D, querem E mas fazem por F! Não entendo!
Estas falhas graves levam a que eu (agora dirigindo-me para as conversas que me andam a deixar fora de mim!) leve à letra aquilo que me dizem e depois leve com alto chapadão porque, afinal, "não era bem isso que queria dizer"! WTF!!! Se não era isso que querias dizer, disseste-o porquê?
"Ah, não posso levar esta minha vida assim, tenho de mudar de rumo". Next day, "Olha, fiz merda de novo". A sério, apetece-me gritar!

Simplesmente não atinjo o problema comunicativo que anda a afetar imensa gente. Depois quem se fode sou eu, como sempre...

Bem, espero que continuem a seguir-me e a comentar. Espero também aparecer mais vezes por aqui. Sinceramente, já sentia falta.

Até à próxima :P

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Amar Amares

Eu sei que já não apareço cá há séculos. Mas faltou-me o tempo (que mesmo em férias é pouco), paciência e, admito, inspiração. Mas, um mês e 15 dias de ausência depois, cá estou eu para vos escrever! Desta vez sobre a minha semana de férias em Amares, Braga.

No sábado, eu, os meus pais e irmãs, a minha tia e primas, "encarramos" numa viagem de hora e meia rumo a Amares. Lá, ficamos alojados numa quinta que recomendo vivamente a quem quiser passar uns dias descansados numa casa com piscina, campo de ténis, ginásio, cavalos, uns pequenos-almoços incriveis com compotas e mel feitos na própria quinta, mas, principalmente, com um ambiente calmo e acolhedor. (http://www.quintadoburgo.com/)
Claro que eu e o resto da malta jovem queriamos era piscina o dia todo! Ainda assim, reservamos dois dias (que por acaso não estavam nada agradáveis para piscina) para visitar a zona e arredores. E foi numa dessas visitas que vi como se fazem os famosos Corações de Viana, que, para ficarem a saber, de Viana não têm nada. Estes corações são feitos em oficinas que se situam na Póvoa de Lanhoso e, oficialmente, chamam-se Corações Minhotos ou do Minho. Viana é apenas a "montra do ouro português para o mundo" (palavras da dona da oficina onde vimos a elaboração de um coração desde o inicio. http://www.oficinadoouro.com/ Visitem!)
Fiquem a saber que comi em restaurantes fabulosos! Churrasqueira Minhota (melhor cheesecake de sempre) e Taberna do Amaro (francesinha espectacular), locais que recomendo não só pela simpatia do atendimento como também pela comida maravilhosa!
Fomos três noites a um bar de uma quinta lá próxima (http://www.quintalagodoscisnes.com/) onde os gelados são gigantes e os crepes são tão bons como os meus (o que é óptimo!). À meia-noite, religiosamente, um fogo preso animava o fim de mais um dia!
Foi uma semana mesmo boa, tanto para o relaxe mental como para a engorda. Sim! Não disse não uma única vez a uma guloseima! E, já se sabe, agora é dieta religiosa.
Quer dizer, seria dieta religiosa se não fosse já para Lisboa, para casa de uma tia que adora cozinhar como eu e é perita em doces incríveis!

Até para a semana!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Holy Days

Portanto, hoje foi o meu primeiro dia de férias! Depois de um mês e uns dias fechado em casa a decorar os princípios da União Europeia, a perceber o funcionamento do Processo Administrativo e do Processo Penal, a entender as diversas formas de sociedades comercias (pena não ter conseguido estudar devidamente o corporate governance...), a chorar com taxas e impostos e a proceder a partilhas em Sucessões, sabe mesmo bem dormir uma noite descansada e acordar cedo para ir correr para a praia! Sabe bem cantar e ver TV sem pensar que tenho mais não-sei-quantas páginas para estudar! Esperam-me dois meses de praia, diversão e prazer. Vou ver se arranjo alguma coisinha para me ocupar tempo e carteira.

Ah, ontem fui ver um pouquinho daquilo que se espera do concerto da Mónica Ferraz (ex-vocalista dos Mesa) no Marés Vivas. Ai, que mulher! Que voz! Que talento! Penso que todos os presentes na Fnac do MarShopping se renderam à artista. Adorei! Tive direito a foto e tudo!

Keep in touch e que se cale quem não sabe do que fala!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Da Amizade (e dos Defeitos)

Três cadeiras já estão feitas. Faltam outras três, duas das quais ainda nem ao exame fui. Enfim, não está a correr mal e pode ser que assim continue.

Meus queridos leitores, digam-me lá uma coisa: quando apontamos um defeito a determinada pessoa deveríamos, em primeiro lugar, fazer um exame à nossa pessoa para ver se o mesmo defeito também nos toca, não acham? Ou seja, se vou chamar orgulhoso ou mimado a alguém, deveria primeiro verificar se também não sou um orgulhoso ou mimado. Da mesma maneira que devo analisar as minhas condutas se vou chamar a atenção de alguém sobre uma sua conduta menos correcta.
No fundo, "antes de apontares o dedo, olha para ti primeiro". Certo?
Ora, eu tento (umas vezes (muitas) com sucesso, outras nem por isso) avaliar as situações antes de chamar à tona o defeito do outro. Não parto logo para a "ofensa" sem ver antecipadamente o meu profundo eu.
Porque depois, meus caros, acontece o que me aconteceu: cheio de raiva e cego por me derrubar (inteligentemente, disse ele), apontou-me três ou quatro coisas menos boas (orgulhoso e mimado incluidos), coisas essas que eu reconheço em mim (verdade. Mas os defeitos tornam-nos reais) mas que, ao tentar fazê-lo perceber que também ele tinha X e Y defeito, decidiu que a nossa relação (meramente cordial, uma vez que frisou que "amigos não somos") não era boa para ele, defensor (pouco experiente) do Budismo, e que cada um devia seguir o seu caminho.
É sempre mau perder uma relação com uma pessoa que até tem valores em comum contigo, que te ensina coisas e aceita que lhe ensines, que troca experiências e gostos contigo, que faz e não impede pela construção de uma boa amizade. Mas é pior conviver com uma que se acha uma divindade limpa de defeitos e toda ela cheia de qualidades que todos devem seguir. Daí que esta separação não tenha sido muito penosa. Ok, quebraram-se os hábitos de falar todo o dia e de combinar coisas atrás de coisas. Mas pronto, o facto de não se ter alongado mais permitiu esta (quase) ausência de tristeza. Moving on!

Fiscal e Sociedades esperam por mim. Só dia 11 me vejo livre deste peso!

Beijos

terça-feira, 26 de junho de 2012

21

Parabéns para mim!

21 anos. Uma idade que tem muito que se lhe diga:

1º passo a ser considerado maior de idade em todo o Mundo;

2º dá-se o primeiro passo oficial na caminhada para os 30 (nem quero pensar);

3º quem sabe desta minha idade, já olha para mim com aqueles olhos (lacrimejantes no caso da minha avó e mãe) de quem diz "em breve estás a largar a casa-mãe, a trabalhar, a criar família"

Para mim, e dado que já é quase dia 27, não dei a importância a esta data como já dei no passado. Mas penso que isso é comum. Há medida que a idade avança vamos perdendo a alegria ou o entusiasmo que outrora era comum no dia de aniversário. Talvez porque fazer anos é visto como o aproximar daquele patamar que queremos a todo o custo evitar: a velhice. Eu cá não consigo abandonar o meu complexo de Peter Pan. E sim, assusta-me imenso a idéia de ficar velho. But we can't fight Nature...

Quanto ao dia de hoje. Depois de ir levantar o CC (é impressionante como as funcionárias da Conservatória do Registo Civil do Porto têm memorizado todo o texto (qual actor) que têm de dizer aos cidadãos. Aliás, se interrompemos o seu discurso com uma pergunta pertinente ou se pedimos para repetir, elas respiram muito fundo e dizem-no exactamente da mesma forma. Autênticos rôbos humanos.) estive em muito boa companhia no Piolho, derrentendo com o calor irrespirável e insuportável que fazia, mas aproveitando a tarde da melhor maneira!

Recebi ainda, para meu grande prazer, O Livro em Branco que, além de ter cerca de 300 páginas, tem a particularidade de não ter nada escrito. E isto para, perguntam vocês, para EU escrever lá tudo aquilo que a minha mente (hiper)criativa ditar! Um presente curioso e super bem concebido para artistas (como eu, claro está).

Terminando com um belo jantar feito pela mãe e com a necessidade de responder a todos os comentários felicitadores que me fizeram no Facebook, posso dizer que foi um dia igual a todos os outros. Com a particularidade de que foi o MEU!

beijos

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Da Feira do Livro (e dos dois idiotas que lá estavam)

Uma das minhas grandes paixões é a leitura. Em pequeno, adorava que o meu pai me lesse uma históri(nh)a antes de dormir. Imaginava os castelos das princesas, sonhava voar com dragões, acreditava que a magia existia. Em idade mais avançada, queria receber uma carta (que nunca chegou...) da escola do famoso Potter, li 17 vezes o livro que me fez querer ter uma Lua de baloiço no meu quarto, pedi aos meus pais para acabar todas as coleções de livros que tinha.
Agora, em adulto, deleito-me a ler livros de conteúdo não tão infantil (mas não menos fantástico). Já li todos os livros cá de casa.
Quando a Feira do Livro nos Aliados abriu, dei logo lá um saltinho. Revirei a zona de fio a pavio, encontrando livros que há muito queria, livros que já lera e livros que me despertaram o interesse.
Mas, na passada Terça, antes da ida para o meu exame, passei por lá. Com o Joel, claro, que me obrigou a escrever um texto em que ele figurasse não como atrasado pontual, mas como personagem principal. Bom, continuando...
Estamos nós a deambular pela Feira e (depois de termos comprado dois livros - Orlando, de Virginia Wolf (para mim) e Residência na Terra do Pablo Neruda (para o Joel)) passamos por uma banca (já nem sei de que editora) onde trabalhavam dois rapazes. Dois rapazes muito giros. Mesmo! E nós decidimos (claro) passar por lá. E o Joel acabou por ver um livro que lhe interessou bastante e, passando-me para a mão o que comprara anteriormente, pegou nesse mesmo livro e folheou algumas páginas. Depois de decidir que não lhe interessava, pousou-o, devolvi-lhe o livro e retomamos caminho.
Mas não é que um dos rapazes (era mesmo giro...) decidiu perguntar a alto e bom som (e não estou a exagerar!) se nós iamos levar o livro?! Ali no meio a chamar-nos de ladrões?! A nós que, até há segundos, lhes teceramos elogios (ainda que metalmente)?!
A multidão ficou toda a olhar. Vergonha. E, ainda por cima, os idiotas ficaram a olhar para nós com ar de parvos mesmo depois de termo dito que haviamos comprado os livros noutra banca.
Só tenho uma coisa a dizer. Eu fervo muito rapidamente. Alguém que beatifique o Joel porque, com o seu tom calmo (que me irrita muitas vezes), fez com que eu não me revoltasse, soltasse a fera que há em mim e fizesse uma das boas áqueles dois.
Enfim, há quem não mereça os elogios que lhes fazem. Eles são um bom exemplo disso.

sábado, 2 de junho de 2012

"Every day is exactly the same"

Começo com esta música dos Nine Inch Nails, perfeita para classificar os meus dias: sempre iguais!





Pois é, com os exames à porta, a rotina acaba sempre por ser a mesma. Poucas inovações se dão e, no final desta primeira semana de clausura, já vos posso dizer que:

Manhã - acordo por volta das 9h, vou alimentar o meu Moisés, limpo-lhe os olhos (ele já acabou a medicação e está óptimo!), mudo-lhe a água e arrumo o quartinho dele. Vou tomar banho, visto-me, tomo o pequeno-almoço (torradas e leite com café). Entretanto, já litro e meio de água está a ferver para eu preparar o chá que bebo durante o dia. Por volta das 10h já estou sentado a estudar.

Almoço - 12h30. Qualquer coisa muito leve. Aproveito para ver as notícias. Ok, estou a gozar. Com uma manhã de estudo em cima, acham que tinha paciência? Não! Vejo um filme ou um episódio (Heroes, Glee, Anatomia,...) e brinco com o Moisés.

Tarde - das 14h até às 19h, ninguém me vê. Sou só eu e os livros, como que numa sinfonia em que queremos concordar tons e sons, mas que tardamos a atingir o ponto perfeito. Um pas de deux nem sempre brilhante.

Início da noite - Uma horinha de exercício físico antes do jantar (o Verão está aí, não é verdade?) e, depois de um banho relaxante, o merecido manjar feito pela mamã.
Depois, televisão, computador, conversas, música, alguma escrita e ... cama!

E no dia seguinte, tudo de novo!

Espero que compense.

Xi <3

sábado, 26 de maio de 2012

Miaus, retiros e a noite de ontem

Fazendo um resumo da primeira semana do Moisés cá em casa: depois de quatro dias (quinta a domingo) a beber leitinho morno dado numa seringa, a adormecer no meu colo enrolado numa mantinha fofa e quente, a dormir com três mantas a cobri-lo, a brincar comigo e com o meu pai (desconhecia a queda para os bichos, mas admito que tem jeito) e a conviver com a família, chega a segunda e o meu pequenino decide ficar doente. Passou o dia a chorar (contou-me a Lucy, porque eu estava na faculdade), comeu muito mal (mesmo quando eu lhe tentei alimentar) e tinha os olhos uma lástima (e nós sempre tivemos cuidado com a limpeza das remelas). Resultado: veterinário que, para não me assustar, disse que o pequeno Moisés teria morrido se o tivesse levado uma hora mais tarde.
Passou o dia de terça na clinica (AnimaisVet) e à noite voltou com as recomendações de comer patê, beber água, deixar o leite e dormir com uma botija de água quente.
Segui tudo à risca (incluindo a medicação) e agora está lindo e forte! Anda mais animado e tudo!

E começou hoje mais um mês de retiro. Não espiritual, até porque este não me vai trazer paz nenhuma. Um retiro de estudo. Exames a chegar(o primeiro já dia 5), muito para estudar e saber. E não posso falhar. Vai tudo ter de ficar bem feito para ver se não tenho de recorrer à segunda fase e, também, para ficar livre no dia dos meus anos!
Ao contrário da época de exames passada, acho que vou conseguir aparecer pelas redes sociais e ir actualizando e escrevendo. Também o meu estudo foi diferente durante este semestre, uma vez que fui obrigado (pelos papis, claro está) a fazer avaliação contínua a todas as cadeiras. Vamos lá a ver como corre.

Antes de ir para o sofá com o meu Moisés, quero deixar um agradecimento especial à Cecília. What a night! Linda! Fez muito bem aos dois andar pelas ruas da Baixa, debaixo duma chuva relaxante e (re)aprender que o facto dos outros estarem pior do que nós não nos deve fazer sentir melhor, mas que também não devemos desprezar esse facto. Amo-te <3

Um beijo a todos

domingo, 20 de maio de 2012

Sorrir, chorar, desesperar!

Há coisas em mim que não percebo.

Ontem consegui juntar 120 pessoas num jantar comemorativo dos 50 anos da minha mãe. Uma festa que levou 2 meses a preparar, que me gastou horas e horas de telefonemas (para os amigos, para a família, para a Quinta, para as surpresas...) e que, em 6 horas, ficou arrumada.
Correu lindamente, a minha mãe adorou, os convidados sentiram-se bem e todos nós fizemos a festa que ficará na memória dos particpantes. Lágrimas e sorrisos, comida e bebida, conversas e prendas. Magnífico!
Por isso expliquem-me como é que, depois desta celebração (em que até recebi os parabéns pela organização da festa), chego a casa, deito-me na cama e começo a chorar? Depois de uma festa tão cheia de coisas boas, por que raio me senti tão vazio? Can´t get it.

Anyway, o Moisés já faz as suas necessidades na caixa dele, já come muito mais (aquecer o leite e dar-lhe com uma seringa resultou maravilhosamente) e adora ver TV. Mon petit prince est très jolie!

Por último, avizinha-se uma semana complicada para mim. Vou ter de conciliar em 5 dias todas as avaliações que me faltam fazer (3 sabatinas, 1 exercíco prático, 1 teste, 1 debate e uma apresentação), os cafés que tenho marcados (praticamente 1 todos os dias, com pessoas diferentes) e mais afazeres que tenho de resolver antes de entrar de férias (sim, sexta estou oficialmente de férias... para estudar!). Preciso de um assistente!!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Moisés - 1º dia

Quem segue o meu facebook sabe que ontem tive a agradável surpresa de receber o meu querido Moisés! É um gato, tem cerca de 1 mês de idade, tem um pêlo sedoso cinzento e uns olhos azuis-mistério. É lindo!

Confesso, até ontem, até pegar no meu petit chat, não gostava de gatos. Fazia-me confusão o seu andar, o seu olhar, o seu roçar... Mas quando envolvi o Moisés nos meus braços, nossa, essa aversão desapareceu! E só posso dizer que adoro o meu fofinho!

Quem lhe deu o nome fui eu. E ele por vezes parece reagir!

E cá em casa, excluindo a minha irmã Rafa, todos cairam de amores pelo bichinho! Até a minha mãe, que lhe limpa as remelas dos olhos e lhe arranjou uma cama incrivel!  Está tudo apaixonado pelo Moisés.

Tenho algumas dúvidas e agradeço aos meus amigos leitores que, se souberem, me esclareçam:

1º o Moisés come muito pouco. Ou melhor, bebe muito pouco. Disseram-me para misturar leite normal com um pouco de água. Mas ele dá duas "lambetas" e não quer mais. Deverei aquecer o leite? Que outras coisas lhe posso dar?

2º há mais de 24h que o Moisés não faz nem xixi nem cócó. E sim, eu andei a investigar pelo palácio dele e não encontrei nada (nem sequer se sente cheiro). É normal na idade dele? Ou é por ele comer pouco?

3º o Moisés passa horas e horas a dormir! Ontem, adormeci-o por volta das 23h e hoje às 10h se eu não o acordasse, ele continuava no mundo dos sonhos. Além de que se eu o puser enconstado à minha barriga, ele adormece pouco depois. Ele é pequenino e tem que dormir, mas assim tanto é normal?

De resto, tudo nice! Aliás, o gatinho está a olhar para o monitor e a pedir-me atenção!

É o meu filhote!

beijos e "miau, miau" do Moisés

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Para comentar...

Uma mensagem muito breve para os meus queridos leitores!

Se querem comentar, o que eu agradeço que façam, têm de seguir duas máximas:

1º Escrever um texto produtivo (e não coisas como "Lol" ou ".|.");
2º Assinar o comentário.

Porque é muito giro mandar vir e não dar a cara! Ou escrever coisas que nem sequer se podem chamar de comentários!

Se não seguirem as normas, eu, como dono soberano e único do blog, não vou aceitar os comentários.

Uma boa noite a todos!

domingo, 13 de maio de 2012

Resumo

Nossa! Que semana incrível!

Sexta: saída ao More Club. Não conhecia o espaço e fiquei francamente surpreendido. Boa música, bom atendimento, bom espaço... adorei! A companhia também foi formidável! Primeira bebedeira que me fez ligar 203659841206590 vezes para ele.

Sábado/Domingo: a Serenata. Não é uma noite que me agrade muito. É horrivel estar entalado no meio de centenas de pessoas que, muitas vezes, de civiliadas têm pouco. Mas a noite até esteve razoavelmente agradável, estive com pessoal amigo e voltei a ligar-lhe. Mas desta vez só duas vezes.

Domingo: depois de uma tarde a trabalhar no carro do Cortejo, jantar em casa da Lili (obrigado baby!) e Queima. Concerto do Boss foi interessante, dancei imenso e bebi mais. Ah, antes, fiz merda. E ele não gostou.

Segunda: tarde e noite a trabalhar no carro. Estive cerca de duas horas à chuva a pregar nomes no carro (não, não me deixaram martelar, só segurar nas placas). Estavamos todos exaustos mas contentes quando a nossa obra ficou pronta. Confesso, o carro estava lindo!

Terça: Cortejo! Que tarde! Foi lindo! Passer pelas ruas da baixa em cima do carro, vendo os sorrisos das pessoas, celebrando com os meus colegas e amigos, emocionando-me com o orgulho do rosto da minha mãe. Os caloiros foram os maiores e, mais uma vez, a UCP rebentou com tudo!
Ele esteve com outro. Paciência, quem nasce pra uma coisa, fica-se por ela.
Depois, jantar com amigos (uma bela duma francesinha) e Queima! Não vi concerto nenhum, porque estava tocadinho.

Quarta (Best day of the week): Jantar de anos da Duda (já agora, ler o blog da Maria Lolita) e Amor Electro! Que concerto mágico! A banda é mesmo incrivel! Ela tem um vozeirão e eles tocam mesmo bem ao vivo. Nunca me arrependo de os ver!
E uma parte mesmo boa da noite: o reencontro com a Ju! Por seres quem és, por saberes quem é "o Joel que se atrasa" e por tantos anos de amizade, cá vai o meu beijo especial para ti *
Estive (finalmente) com a Suse! Mulher, como estavas tu! Adorei beber um copo contigo. Olha, muita força. Ele é um chato e tem a mania, mas tu és grande!
Na barraca... bem, toda a gente que estava no queimódromo nessa noite sabe o que aconteceu! Varão, coluna de som, eu e ela... bem, I'm the Man!
Para terminar bem a noite, tive uma conversa mesmo importante com uma pessoa mesmo especial. Estou aqui para ti.

Quinta: promessa de nunca mais lhe falar. Foi a noite mais fraca da semana. Talvez por estar cansado... ou por serem os Xutos a actuar. Desculpem, mas não posso ouvir mais os Xutos.

Sexta: pausa para descansar e recuperar forças. Ouvi dizer que Steve Aoki foi incrivel. Ah, a minha irmã vi-o todo cego.Drogado e bebedo, a cair para o lado e a fazer figuras. Tipico de canalha.

Sábado: Buraka! Muito bom o concerto! E acabei a semana mesmo bem!

Hoje, tinha de actualizar o blog, expôr a minha semana, dar as novidades. Obrigado a todas as pessoas que de alguma maneira me proporcionaram momentos incriveis nesta semana! Todos vocês estão no coração.

E só tenho mais uma coisa a dizer. Se dois meses resultam nisto, então não vales mesmo a pena. Cresce, é o meu conselho.